pouco depois de entrar em Downing Street, convidou os Oasis, ídolos da época (que como ele sofreram uma queda progressiva) a tomar um copo.
Por João Pedro Pimenta. Blog de expressão portuense, benfiquista, monárquica, católica e politicamente indeterminada. Pelo menos até ver... Correio para jppimenta@gmail.com
pouco depois de entrar em Downing Street, convidou os Oasis, ídolos da época (que como ele sofreram uma queda progressiva) a tomar um copo.





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Parabéns, Hergé!
PS: vi agora que o Leixões comemora este ano o seu centenário. Melhor celebração e acontecimento mais feliz não podia haver, certamente. Serviu até para se reactivar para passageiros, e não apenas para mercadorias, a antiga gare de Matosinhos, que esteve por uma tarde ligada ao Oriente.
É esta a longa carreira do homem que se despediu ontem da presidência, dando lugar a Sarkozy. "L ´escroc", para os inimigos, ou o homem que assumiu a liderança do mito gaullista e que estabeleceu laços entre o ocidente e a África e o Médio Oriente, para os admiradores. O seu principal legado terá mesmo sido esta influência francesa nesses territórios, e a sua larga popularidade, à qual potências como os EUA têm muitas vezes de recorrer. De negativo, fica como símbolo de uma classe política arrivista, burocrática, intriguista e de honestidade duvidosa, à qual se tenta pôr cobro no ciclo que agora se inicia.








Há aliás outros pontos de convergência entre os dois partidos ibéricos. A UCD era um partido formado na transicion da Espanha para a democracia pelo primeiro-ministro de então, Adolfo Suarez, que agrupava centristas, sociais-democratas, democratas-cristãos, liberais ou simplesmente tecnocratas vindos do franquismo. Ganhou as eleições gerais de 1977 e 1979, mas as enormes divergências internas, apenas cimentadas pela necessidade de dar à Espanha uma nova constituição, levaram a que Suarez saísse formando o novo CDS; outras formações integraram a Alianza Popular de Fraga Iribarne, mais à direita, posteriormente transformada em Partido Popular. A UCD teve menos de 7% dos votos em 1982, quando Felipe González chegou ao poder, e acabou por se extinguir.




