Uma das mais festivas músicas dos anos oitenta. Andei anos a tentar saber qual era, até que a boa e velha rádio me respondeu a essa questão. Nowhere Fast é da autoria dos Fire Inc., um grupo episódico, que só existiu para criar a banda sonora de Streets of Fire, pelo que me é dado a perceber era uma road-ópera-rock-wagneriana-kitsch, envolvendo gangues de motards, glamourosas estrelas de rock e canastrões inconscientes a enfrentar os maus da fita. Só não imaginava que este êxito era interpretado por uma muito jovem Diane Lane, que aqui surgia como uma sensual e fascinante "princesa rocker". Por isso e para recordar mais um hino dos eighties, vale a pena deixar aqui o video.
quarta-feira, abril 29, 2009
Uma das mais festivas músicas dos anos oitenta. Andei anos a tentar saber qual era, até que a boa e velha rádio me respondeu a essa questão. Nowhere Fast é da autoria dos Fire Inc., um grupo episódico, que só existiu para criar a banda sonora de Streets of Fire, pelo que me é dado a perceber era uma road-ópera-rock-wagneriana-kitsch, envolvendo gangues de motards, glamourosas estrelas de rock e canastrões inconscientes a enfrentar os maus da fita. Só não imaginava que este êxito era interpretado por uma muito jovem Diane Lane, que aqui surgia como uma sensual e fascinante "princesa rocker". Por isso e para recordar mais um hino dos eighties, vale a pena deixar aqui o video.
terça-feira, abril 28, 2009

domingo, abril 26, 2009


quinta-feira, abril 23, 2009
Ana Moreira


segunda-feira, abril 20, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
domingo, abril 12, 2009

segunda-feira, abril 06, 2009
Regras para vir nas capas
sexta-feira, abril 03, 2009

Mas atenção: é pessoa dada a grandes paixões futebolísticas.
terça-feira, março 31, 2009

Entre as ligações que o Samuel faz saltou-me à vista o texto de João Marques de Almeida, com o título "O Mundo não vai virar à esquerda", como resposta a um artigo do Público de Domingo da outra semana, que perguntava precisamente se o mundo virara à esquerda.
As excepções contam-se pelos dedos, mas também as há. No Chile, por exemplo, a direita está à frente das intenções de voto, com o esvaziamento do estigma Pinochet. E mais casos haverá, certamente. Mas ainda não se percebeu bem se é um reflexo da crise financeira e económica que se abateu sobre o Mundo e a rejeição do liberalismo outrora triunfante ou se se trata de um novo ciclo para vários anos, mais estrutural que conjuntural.
É bem provável que a segunda hipótese esteja mais próxima da verdade. O momento lembra, e o artigo do Público também, o início dos anos oitenta, pela sua inversão, quando Tatcher e Reagan ascenderam ao poder por muitos anos, ao mesmo tempo que outras figuras tão diferentes de direita, como Khol ou mesmo a nossa "modesta" AD, ao passo que na América Latina predominavam os ditadores militares anti-comunistas, com o beneplácito dos EUA. E, tal como agora, a França ia em sentido contrário, dando uma forte maioria a uma coligação de socialistas e comunistas e elegendo Miterrand para a presidência.
Não significa isto que os Estados Unidos virem "socialistas". Tal não aconteceu na presidência de Clinton e nem sequer nos tempos do New Deal. Há coisas que fazem parte do código genético americano e que jamais desaparecerão. Uma certa independência dos poderes federais e um característico Do it Yourself são parte constitutiva desses genes. Mas as loucuras de Wall Street e o optimismo do mercado levaram a uma mudança de atitude. E é preciso não esquecer que o Congresso já tinha maioria Democrata desde 2006. Mais do que uma mudança abrupta, há algo de simbólico na ascensão de Obama à Presidência, que é a marca do fim desses trinta anos de conservadorismo.
A verdade é que não havia um domínio direitista absoluto do mundo, nem sequer ocidental. Mais depressa se verificava uma derrota da esquerda mais radical, com a queda do Pacto de Varsóvia e da URSS e a metamorfose da China em potência capitalista, e a conversão da esquerda moderada sob a forma da Terceira Via, protagonizada pelo New Labour de Blair e o abandono de uma política de nacionalizações e de apoio nos sindicatos. O que se nota agora é mais uma derrota de várias direitas (e mais um abandono do modelo liberal, para que volte dentro de anos, como sempre) e o consequente predomínio da esquerda em sua substituição. Um ciclo definitivo? Só para os entusiasmados do momento, que quando as suas facções ganham adquirem ou reforçam uma visão determinista das coisas. Continuará a haver ciclos consoante as circunstâncias e os acontecimentos favoreçam esta ou aqueloutra ideologia. Mas não tenhamos dúvida de que nos próximos tempos será sobretudo a esquerda a mostrar-se triunfante.
quinta-feira, março 26, 2009
terça-feira, março 24, 2009
