A 1 de Janeiro começarão os seus trabalhos na ONU. Mas aposto que esperava um mundo ligeiramente melhor quando se dispor a candidatar-se ao cargo de Secretário-Geral. E daí, talvez não: quem lidou com refugiados durante estes anos de chumbo talvez soubesse ao que vinha. Seja como for, não lhe gabo a sorte. Só lhe desejo as maiores felicidades.
terça-feira, dezembro 13, 2016
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