Nos 3 anos de invasão da Ucrânia, os EUA votaram contra um resolução que condenava a Rússia e pedia respeito pela integridade territorial ucraniana. Votaram 16 países contra essa resolução, incluindo, para além da Rússia e Estados Unidos, a Coreia do Norte, a Eritreia, a Guiné Equatorial, a Nicarágua, a Bielorrússia e mais meia dúzia de regimes da mesma extracção.
terça-feira, fevereiro 25, 2025
Novos amigos
quinta-feira, fevereiro 22, 2024
Sonsos, lunáticos e avençados na morte de Navalny.
A morte de Navalny teve as reacções esperadas da maior parte dos países, que condenaram e pedem explicações, do regime russo, que finge não saber de nada, e de alguns sonsos como Lula de Silva, que pede para não se tirarem conclusões precipitadas ao mesmo tempo que conclui que os acontecimentos em Gaza são comparáveis ao Holocausto. E depois, claro, as tiradas dos habituais idiotas úteis, alucinados ou avençados do regime putinista, que vêm com comparações com Assange, dizem que Navalny era "nazi", como um membro da ala puitnista da nossa tropa fandanga que trata o ébrio Medvedev por "o senhor Medvedev (sem ironia) ou lá, está, pedem que não se tirem "conclusões precipitadas" da morte do mais conhecido opositor de Putin, que estava na Sibéria. Claro que não, já é normal que os adversários de Putin "morram subitamente" no banho ou na prisão, caiam de janelas ou despoletem granadas nos aviões. Na Rússia (ou fora dela, no caso de refugiados políticos, como aconteceu àquele piloto russo em Espanha) é mesmo considerado morte natural. Imaginação têm, agora coragem como Navalny é que nem um pingo.
terça-feira, janeiro 23, 2024
Cenas da pré-campanha.
Estava a ver um apanhado das frases mais marcantes que foram pronunciadas na convenção da AD e entre proclamações, recados, exortações e anúncios (Santana de novo? O homem é mesmo de luas), deparo-me com uma de Paulo Portas que já me tinha passado pela cabeça nos mesmíssimos termos e que era mais ou menos assim: o PS tem de ir para uma cura de oposição; isso será bom para Portugal, para a política nacional e para o próprio PS.
Entretanto, o Chega revela ser um partido cumpridor dos seus intentos. Prometeu que ia "limpar o país" e está realmente a fazê-lo, ao aspirar os resíduos políticos de alguns ainda deputados do PSD colocados em lugares não elegíveis e que, descontentes com as posições, desertam tentando alcançar aquilo que já não iam manter. São todos contra o "sistema" desde pequeninos, como se comprova. Calculo que os elementos do Chega que presumiriam ir para as mesmas listas estejam a dar pulos de contentes com a adição destes novos "quadros".
segunda-feira, outubro 03, 2022
como desmarcarar um farsante
Não sei se tiveram a oportunidade de ver, mas aquela correia de transmissão das ordens de Moscovo, de seu nome Alexandre Guerreiro, levou uma tareia inacreditável do Francisco Pereira Coutinho em todos os aspectos, num debate na SIC Notícias na sexta-feira. Podem - julgo eu - ver o vídeo na íntegra aqui (não consegui transportá-lo directamente para o post por ser muito grande) e avaliar as prestações. O homem do Kremlin a certa altura parecia completamente perdido, repetia incessantemente "o precedente do Kosovo", cujas diferenças aliás o Francisco explicou devidamente, acabou a justificar a anexação da Crimeia com "sondagens" (como se sabe um elemento essencial no direito internacional) e a dizer que a anexação das quatro regiões ucranianas "era legal mas também podia não ser".
Eis a forma como se neutralizam os farsantes: colocá-los perante alguém que efectivamente conhece o terreno para os desmascarar. Acresce que nas horas que se seguiram ao debate, Guerreiro era alvo de chacota pelos twiters e watsaps fora
terça-feira, dezembro 22, 2020
Os méritos da comunicação social
Tenho lido por aí que só agora é que a comunicação social tem dado atenção ao caso Homenyuk, que durante nove meses não se ouviu nada, etc, etc. Lê-se isso nas redes sociais mas também de outras paragens inesperadas, como alguns jornalistas em guerra autofágica contra a própria classe. Nada mais injusto, nesta ocasião.
domingo, março 31, 2019
As amnésias de Constâncio
quinta-feira, dezembro 13, 2018
E uma greve de chico-espertos?
sexta-feira, agosto 10, 2018
O Bloco imutável

sexta-feira, julho 06, 2018
Maradona e o síndrome de impunidade dos artistas
quarta-feira, maio 16, 2018
O (fundo do) poço do Bruno
E pensar que há quem o compare a Vale e Azevedo. Não repitam isso, por favor. É um insulto gratuito a Vale, que não o merece.
domingo, outubro 08, 2017
Ainda as autárquicas - e os maoístas que recebem dinheiro do estado?
sexta-feira, agosto 04, 2017
Técnicas de combate ao turismo
terça-feira, março 14, 2017
O descaramento do pequeno sultão
domingo, setembro 18, 2016
Saraivadas e coelhices
PS: e desistiu, tarde mas ainda a tempo. a imagem não ficou lá muito bem cuidada, o seu discernimento menos ainda, mas antes isso do que a imagem constrangedora do que seria se se dispusesse a apadrinhar o livro.
quarta-feira, junho 29, 2016
Um parasita descarado
Jean-Claude Juncker pode errar em imensas coisas e ser um rosto da euroburocracia. Mas é também o líder executivo da União Europeia e portanto seu guardião. A forma como se dirigiu a Nigel Farage em pleno Parlamento Europeu tem sido muito criticada por aparentemente demonstrar "arrogância" e outros pecados inomináveis. Já sabemos como Juncker não goza, nos dias que correm, de grande popularidade. Mas a verdade é que se limitou a responder a um provocador oportunista, xenófobo e insultuoso, que ataca a União Europeia e pretende a sua destruição, e no entanto há dezassete anos que é deputado no Parlamento Europeu, vivendo à custa dos que e das práticas que critica. Um parasita, portanto, descaradamente hipócrita. Nem é nenhuma novidade: este é o homem que depois da desilusão das eleições de 2015, anunciou a retirada da liderança do UKIP, para logo a seguir voltar atrás.
quarta-feira, maio 18, 2016
O fim anunciado do PDR

sexta-feira, abril 01, 2016
Brasil, oportunismos e soundbytes
A trapalhada institucional, judicial e político-partidária que se está a passar no Brasil mostra bem até que ponto se leva a hipocrisia ao extremo para se alcançar o poder. Ou para o defender. Cá e lá.
Eis a hipocrisia política no seu estado mais descarado com a mesma disputa como fundo. Cá e lá.

